#17 - Contaminação do solo: a importância da certificação no projeto do chassi vedado.

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Sem dúvida uma das novidades tecnológicas que mais tem movimentado o mercado de energia portátil é o chassi vedado, que dispensa o uso de bandeja de contenção e protege o solo contra contaminações por vazamento de fluídos lubrificantes e combustíveis (veja mais no post 02).

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O potencial de contaminação do solo por vazamentos de equipamentos como geradores e torres de iluminação é muito grande e até pouco tempo atrás era um problema sem solução total. Tanques ou bandejas de contenção eram a maneira de remediar, sem garantias.

Portanto, quando surgiram os primeiros equipamentos totalmente vedados, com capacidade de contenção de 110%, a reação do mercado foi imediata. De um lado, construtoras passaram a exigir esta característica em suas obras, de outro, locadores priorizam novos investimentos nesse tipo de equipamento. Houve inclusive, uma valorização de equipamentos com esta tecnologia, agregando valor para locadores e fabricantes.

equipamentos

Como a mudança de paradigma no mercado foi rápida, muitos fabricantes de equipamentos portáteis se puseram a desenvolver tecnologias que pudessem atender à esta nova exigência do mercado. Num futuro próximo, se espera que a tecnologia de chassi vedado seja padrão no mercado, mas até lá é necessário alguns cuidados para não se comprar “gato por lebre”.

O principal aspecto ao qual locadores, construtoras, mineradoras e empresas de geotecnia devem se atentar, é o ATESTADO DE CONFORMIDADE DO PROJETO.

atestado

Um chassi vedado totalmente eficiente não é algo que se desenvolva do dia para a noite e somente uma certificação (atestado de conformidade) de projeto feita por órgão confiável assegura que o equipamento irá realmente entregar o que se propõe. Os locadores de equipamentos em especial, devem tomar cuidado com isso, pois descobrir na obra de um cliente que um equipamento com chassi vedado não é tão vedado assim traz mais do que problemas financeiros e operacionais,traz prejuízos irreparáveis à imagem e credibilidade da empresa.

O processo para atestar a conformidade deste tipo de tecnologia é feito no Brasil pelo BVQI (Bureau Veritas) e garante que o projeto foi avaliado por especialistas desde sua concepção até testes práticos em campo. Ou sejam sua obra não será o campo de testes.

É importante frisar que o processo precisa ser feito por entidades independentes e respeitadas por sua idoneidade.

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Fernando Groba, Business Line Manager da Divisão de Energia Portátil na Atlas Copco, explica como foi o processo de desenvolvimento e certificação: “Desde quando tivemos a idéia, identificamos a necessidade e até finalmente obtermos a certificação, foi um longo caminho. Muitas horas de Engenharia foram aplicadas no desenvolvimento desta solução Sustentável com o nosso Time de Marketing liderado pelo Gerente de Produto Rodrigo Vidal."

 
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